Sophie Charlotte posta foto com o filho e gera polêmica nas redes
Por MRNews
Sophie Charlotte posta foto com o filho e gera polêmica nas redes: ‘É desnecessário’
A atriz Sophie Charlotte comemorou seus 30 anos de idade em grande estilo e acabou se tornando assunto nas redes sociais por um detalhe que dividiu opiniões. Conhecida por ser bastante discreta em relação à vida pessoal, a artista celebrou a data especial ao lado de amigos e familiares e compartilhou alguns registros do momento com seus seguidores.
Casada com o ator Daniel Oliveira, Sophie é mãe de Otto, que na época tinha três anos. A celebração reuniu pessoas próximas e foi marcada por clima de intimidade e afeto, algo que costuma ser pouco exposto pela atriz em suas redes.
Foto gerou debate entre fãs e especialistas
Na última terça-feira (30), Sophie publicou imagens da festa em seu perfil oficial. Entre as fotos, uma em especial chamou a atenção do público: a atriz aparece dando um beijo na boca do filho. Enquanto parte dos seguidores encarou o gesto como uma demonstração natural de carinho entre mãe e filho, outros internautas passaram a criticar a atitude, classificando-a como desnecessária.
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O assunto rapidamente ganhou repercussão, levantando discussões sobre limites, educação e formas de afeto entre pais e filhos.
Opinião de especialistas sobre o tema
A psicóloga Margarida Antunes Chagas comentou o assunto e destacou que se trata de um tema delicado e que realmente divide opiniões. Segundo ela, o gesto pode ser entendido como uma demonstração de carinho, mas não é essencial.
“Não digo que sim nem que não. Eu entendo que é uma forma de afeto, mas, na minha opinião, o selinho é desnecessário”, afirmou a profissional.
De acordo com a psicóloga, tudo depende da idade da criança. Em fases muito iniciais, os pequenos podem não associar o beijo a algo íntimo, mas, com o passar do tempo, passam a compreender o gesto de outra forma. Por isso, ela defende que existam outras maneiras de demonstrar amor, como abraços e beijos no rosto.
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Outra especialista, Betty Monteiro, também alertou para possíveis impactos no desenvolvimento infantil. Segundo ela, esse tipo de comportamento deve ser evitado, pois pode gerar confusão emocional ou até uma erotização precoce, dependendo do contexto e da idade da criança.
Debate segue dividido
A publicação de Sophie Charlotte acabou abrindo espaço para um debate mais amplo sobre maternidade, limites e julgamentos nas redes sociais. Enquanto alguns defendem que a atriz apenas demonstrou amor pelo filho, outros acreditam que figuras públicas acabam influenciando comportamentos e, por isso, deveriam ter mais cuidado com o que expõem.
A discussão segue aberta, e o tema continua despertando opiniões divergentes entre pais, especialistas e fãs da atriz.
Por EBC,
O painel de monitoramento de focos de calor do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), indicou um janeiro atípico, com 4.347 focos ativos detectados pelo satélite de referência do órgão.
O dado deste ano está atualizado até a quinta-feira (29) e corresponde ao dobro da média para o mês e a um aumento de 46% em relação a 2025.
Esse é o sexto maior resultado para um mês de janeiro desde o começo do levantamento, em 1999, e o segundo maior da década, atrás de 2024, com 4.555 focos.
O estado que mais registrou focos foi o Pará (985 focos registrados), que tem áreas consideradas em seca, segundo a última atualização do Monitor de Secas do Brasil da Agência Nacional de Águas (ANA), de dezembro.
A concentração de focos coincide com a persistência de um quadro acentuado de seca no Nordeste, onde estão três dos estados com mais focos ─ Maranhão (945), Ceará (466) e Piauí (229) ─ e com chuvas abaixo da normalidade na Região Norte.
No caso do Maranhão (945), todo o território sofre com secas. Já Ceará e Piauí têm presença de secas de maneira contínua em partes de sua extensão desde o inverno de 2023.
A situação maranhense é considerada preocupante: 2026 já é o ano com maior número de focos de calor no estado desde o começo da série histórica, superando 2019, quando foram contabilizados 712 focos.
A quantidade de focos não é a única forma de medir incêndios ou queimadas, porém é um indicador comum para políticas de prevenção e combate.
A maior incidência em janeiro não significa, necessariamente, um ano com mais queimadas do que a média. Entretanto, se considerados os anos em que janeiro teve quantidade maior de focos, apenas 2016 teve o resultado anual abaixo da média nacional, que é de 200 mil registros por ano.
O que dizem os estados
A reportagem procurou as assessorias dos estados com mais registros. Pará e Ceará consideram o indicador com ressalvas.
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas) do Pará afirmou que “recortes temporais muito curtos devem ser analisados com cautela” e que “janelas reduzidas podem refletir ocorrências concentradas em poucos dias ou localidades específicas, o que não permite antecipar uma tendência anual consolidada”.
O estado afirma que segue acompanhando os registros de 2026 e adotará as medidas necessárias previstas na política estadual de enfrentamento às queimadas e aos incêndios florestais.
No Ceará, a Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima (Sema) afirmou que o elevado quantitativo de focos de calor observado no mês de janeiro “reflete, em grande medida, o cenário registrado em dezembro de 2025”, que teve o maior número de focos em 20 anos.
De acordo com a Sema-CE, os focos de calor podem estar associados a incêndios ou queimadas, mas também podem decorrer de outras fontes de calor, não sendo possível afirmar, de forma automática, que todos os focos representem eventos de fogo em vegetação.
Segundo o Governo do Estado do Maranhão, foram intensificadas as ações de prevenção e combate às queimadas, com campanhas educativas, medidas de prevenção, doação de equipamentos de combate a incêndios florestais às brigadas municipais e ao Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão e resposta rápida às ocorrências.
“A severa estiagem que afeta o Estado cria condições extremamente favoráveis para esse aumento, apesar das ações preventivas”, explicou a Secretaria Estadual de Meio Ambiente.
Também houve aumento das operações de fiscalização e inserção do uso de drones para identificação de áreas críticas. O estado tem priorizado ações de apoio às comunidades rurais e pequenas cidades e de resgate e cuidado de animais silvestres.