O Primt (Programa de Inclusão ao Mercado de Trabalho) encerra nesta segunda-feira (31) a segunda edição do Primt Itinerante, com atendimento no CRAS Canguru, das 7h às 13h. Serão disponibilizadas 80 senhas para candidatos interessados em participar do Cadastro Reserva do programa.
A ação itinerante busca aproximar o processo de inscrição dos moradores de diferentes regiões da Capital. Entre os candidatos que participaram da etapa nas Moreninhas estava Nayara Vitoria Liandro Parra, 23 anos, que chegou ao local com antecedência e aguardou pela abertura do portão para concorrer a uma das 80 senhas.
“É um esforço que irá valer a pena, depois de entrar. No Primt haverá boas possibilidades, o que explica a tamanha concorrência”, comentou a candidata.
Para participar do Cadastro Reserva, o candidato deve apresentar toda a documentação obrigatória: RG, CTPS física ou digital, CPF, comprovante de residência, certidão de nascimento ou casamento, documentos dos filhos, dependentes e agregados, comprovante ou declaração de escolaridade, certificado militar, quando couber, e CadÚnico atualizado.
Última etapa
Nesta segunda-feira (31), o atendimento será realizado no CRAS Canguru, das 7h às 13h. Serão distribuídas 80 senhas para a triagem.
A procura pelo programa tem reunido candidatos de diferentes regiões de Campo Grande, incluindo pessoas que buscam a primeira oportunidade e beneficiários que pretendem retornar ao mercado de trabalho após participação anterior.
Serviço
Segunda-feira (31/08) CRAS Canguru Rua dos Topógrafos, 1.175 – Jardim Canguru 7h às 13h
As novidades sobre o Primt, incluindo futuros editais do Cadastro Reserva e convocações publicadas no Diogrande, podem ser acompanhadas pelos canais oficiais da Funsat.
A Fundação Municipal de Esportes (Funesp) recebe, nesta segunda-feira (31), às 14h, o gerente de Esporte e Relações Institucionais do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), Emerson Appel, para uma reunião de trabalho sobre a realização do Fórum de Formação Esportiva das Capitais, previsto para acontecer em Campo Grande em outubro.
O encontro será realizado na sede da Funesp e terá como objetivo alinhar as ações, definir parcerias e organizar as providências necessárias para a realização do evento. Na terça-feira (1º), a Comissão Organizadora acompanhará o representante do CBC em uma visita técnica aos locais indicados para sediar o Fórum.
Previsto para o dia 22 de outubro, às 13h, o Fórum contará com a participação dos embaixadores do CBC Paula Gonçalves e Lars Grael, que abordarão o tema “História, Conquistas e Legado do Esporte”. Emerson Appel também participará da programação com a palestra “Como Clubes, Associações, Institutos e Federações Esportivas podem se beneficiar do Programa de Formação de Atletas do CBC”.
A iniciativa busca aproximar clubes, federações, gestores públicos e demais profissionais envolvidos na formação esportiva e no desenvolvimento de atletas, além de ampliar o diálogo sobre políticas públicas e estratégias para o fortalecimento do esporte.
O Fórum integra um circuito nacional que pretende promover encontros de formação esportiva nas 27 capitais brasileiras até o final de 2028. A proposta é aproximar clubes formadores, federações e o poder público, fortalecendo a discussão sobre formação de atletas e criando novas oportunidades para o desenvolvimento de talentos.
Para o diretor-presidente da Funesp, Maicon Mommad, a realização do evento representa uma oportunidade de ampliar a integração de Campo Grande com o cenário esportivo nacional.
“Teremos a honra de receber o Emerson Appel para organizarmos o Fórum e ter a oportunidade de ampliar a integração de Campo Grande com o cenário esportivo nacional, aproximando os clubes, federações, gestores e profissionais que atuam diretamente na formação de atletas”, afirmou.
Além da programação do Fórum, a agenda permitirá o intercâmbio de experiências entre os participantes e a discussão de estratégias que possam contribuir para o fortalecimento das políticas públicas esportivas e para a construção de caminhos mais estruturados para jovens que buscam chegar ao alto rendimento.
Inacreditável. Frustrante. Sabor amargo. Essas foram algumas das palavras usadas por organizações ambientais, representantes da sociedade civil e outros especialistas para avaliar os resultados da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que terminou nesta sexta-feira (28) em Ulaanbaatar, capital da Mongólia.
A principal decepção foi o novo adiamento do acordo global para enfrentar as secas e os impactos que isso trará sobre as comunidades.
O especialista do Instituto Escolhas, Rafael Giovanelli, disse que os governos falharam ao jogar para a COP18, no Egito, novas discussões sobre o problema.
“Isso deixa um sabor amargo, porque a COP termina sem decisões substanciais para lidar com as secas”, disse.
O representante da organização Wetlands Internacional, Richard Lee, disse que a falta de consenso acontece justamente quando o número de desastres pelo mundo não para de crescer.
“É inacreditável. Neste ano, a Europa sofre com uma seca histórica e os níveis de água caíram a patamares recordes no Rio Colorado, nos Estados Unidos. O chamado Super El Niño traz riscos de secas devastadoras do Sul da África até a Amazônia”, avalia Richard.
“Nós acreditávamos que esse cenário forçaria os governos de todo o mundo a agir. Estávamos errados. Adiar a decisão sobre as secas em mais dois anos custará mais do que tempo: comunidades e economias em todo o mundo vão pagar o preço”, complementa.
A especialista em políticas de água da WWF Global, Christine Colvin, aposta na ação conjunta de alguns governos, sociedade civil e instituições financeiras para que o combate às secas tenha algum progresso. Porém, destaca que iniciativas isoladas não são o suficiente.
“É profundamente frustrante que a ambição sobre a seca tenha se esvaziado na COP17. Não foi entregue um resultado significativo e não temos uma base forte para que possamos construir ações”, avalia Christine.
Acordo global sobre secas
A proposta de criar um mecanismo multilateral para enfrentar de forma coordenada as secas é defendida por africanos há, pelo menos, três conferências. Historicamente, o continente é um dos mais afetados pelo problema.
Isso demandaria ajuda financeira para os países mais vulneráveis serem capazes de se antecipar e se recuperar dos eventos extremos. Eles entendem que instrumentos internacionais, como o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), são estruturados sob o tema de degradação das terras, algo mais amplo do que a seca.
Os países mais ricos, porém, não querem se comprometer com um acordo obrigatório e defendem adesão voluntária. A União Europeia não quer se comprometer com gastos externos, principalmente quando precisa enfrentar crises recentes de seca no próprio território.
Iniciativas paralelas
Iniciativas paralelas lançadas durante a COP17 tentam lidar com o problema das secas. É o caso do Mecanismo de Investimento para Resiliência à Seca (DRIF), a primeira plataforma global de financiamento dedicada exclusivamente ao tema.
Criada pela UNCCD e por Luxemburgo, com apoio da Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (IDRA), a iniciativa pretende mobilizar até US$ 400 milhões em recursos públicos e privados.
Os investimentos deverão ser direcionados para segurança hídrica, agricultura sustentável, soluções baseadas na natureza e recuperação de terras.
Outra novidade foi a segunda fase do Observatório Internacional de Resiliência à Seca (IDRO), que apresentou o primeiro Índice de Resiliência à Seca (DRI). A ferramenta pretende ajudar os países a avaliar sua capacidade de antecipar, se preparar e se adaptar aos períodos de escassez de água.
*O repórter viajou para a Mongólia a convite da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), após seleção entre jornalistas de diversos continentes.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mantém uma rede estruturada voltada ao cuidado com a saúde mental da população pessoense que garante assistência em diferentes níveis de atenção. Por meio da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), o município de João Pessoa oferta acompanhamento contínuo e integrado, de acordo com as necessidades de cada usuário, desde o acolhimento nas Unidades de Saúde da Família (USFs) até os atendimentos especializados e de urgência e emergência.
“Uma Rede de Atenção Psicossocial estruturada permite que o cuidado em saúde mental seja contínuo, integrado e próximo da realidade das pessoas, sem depender apenas de atendimentos isolados ou de internações. É uma rede que garante um cuidado integral, territorial, humanizado e articulado, permitindo que cada pessoa seja acompanhada ao longo do tempo e tenha acesso ao serviço mais adequado de acordo com a sua necessidade”, destaca a diretora do Departamento de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde, Alessandra Gomes.
A Rede de Atenção Psicossocial de João Pessoa é composta por quatro Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), três Residências Terapêuticas, uma Unidade de Acolhimento Infantil, o Centro de Referência do Cuidado à Vida (CRCV), que funciona como ambulatório especializado, e o Pronto Atendimento em Saúde Mental (PASM), além dos demais pontos da rede que atuam de forma articulada na assistência à população. Nos serviços especializados, são acompanhados atualmente mais de 5,1 mil usuários , além dos moradores das Residências Terapêuticas.
Para o acolhimento e atendimento de pessoas com depressão e outras situações relacionadas ao sofrimento psíquico, a SMS dispõe do Centro de Referência do Cuidado à Vida (CRCV), localizado na Policlínica Municipal de Jaguaribe, com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, por demanda espontânea. Atualmente, o serviço acompanha 620 usuários que são assistidos por uma equipe multiprofissional, formada por médico psiquiatra, psicólogo e assistente social, além de grupos terapêuticos.
Nos casos de urgência e emergência psiquiátrica, a população pode buscar atendimento no Pronto Atendimento em Saúde Mental (PASM), que funciona 24h e está localizado em prédio anexo ao Complexo Hospitalar de Mangabeira.
O serviço atende situações como crises agudas relacionadas à saúde mental, surtos psicóticos, uso compulsivo ou abstinência de álcool e outras drogas, tentativas de suicídio, além de quadros agudos de ansiedade e depressão. O atendimento pode ocorrer por demanda espontânea, por meio de familiares ou mediante encaminhamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Cuidado contínuo – Por meio dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), a Secretaria Municipal de Saúde oferta, de forma contínua, um acompanhamento especializado às pessoas com transtornos mentais persistentes ou sofrimento mental relacionado ao uso prejudicial de álcool e outras drogas.
Por meio do CAPS III Gutemberg Botelho e do CAPS III Caminhar, é ofertado atendimento às pessoas com sofrimento ou transtorno mental severo e persistente. Atualmente, o Gutemberg Botelho atende 1.722 pessoas, enquanto o Caminhar acompanha 1.520 usuários. Já o CAPS AD David Capistrano atende, atualmente, 800 pessoas que apresentam sofrimento mental relacionado ao uso prejudicial de álcool e outras drogas.
Para a assistência às crianças e adolescentes que apresentam transtornos mentais ou sofrimento relacionado, entre outras situações, ao uso de álcool e outras drogas, a SMS mantém o CAPSi Cirandar. Atualmente, o serviço presta assistência a 478 crianças e adolescentes, com idades entre 3 e 18 anos incompletos.
Nos serviços, os usuários contam com acompanhamento multiprofissional, incluindo atendimento médico, de enfermagem, psicológico e social, além de atividades coletivas, grupos terapêuticos, oficinas e outras ações voltadas ao cuidado e à convivência social.
“Os CAPS são serviços fundamentais dentro da rede porque oferecem um acompanhamento contínuo e multiprofissional, respeitando as necessidades de cada usuário. Além da assistência em saúde, o trabalho também busca fortalecer vínculos familiares e sociais e contribuir para a autonomia e reinserção dessas pessoas na comunidade”, destaca Alessandra Gomes.
A rede também conta com três Residências Terapêuticas que acolhem atualmente 30 moradores. Os serviços integram a estratégia de cuidado voltada à garantia da autonomia, da convivência comunitária e da reinserção social dos usuários. Além desses serviços, a RAPS conta com uma Unidade de Acolhimento Infantil, destinada ao atendimento de crianças e adolescentes que necessitam de suporte temporário e acompanhamento em saúde mental.
“Uma RAPS estruturada transforma o cuidado em saúde mental de uma lógica centrada apenas na doença e na hospitalização para uma lógica de cuidado integral, territorial, humanizado e articulado. Isso é especialmente importante para garantir que a pessoa seja acompanhada ao longo do tempo e tenha acesso ao serviço adequado conforme sua necessidade”, explica a diretora do Departamento de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde.
Além da RAPS – Opções para o cuidado com saúde mental também podem ser encontrados em outros pontos da Rede Municipal de Saúde. A Atenção Primária à Saúde atua na identificação, acolhimento e acompanhamento dos usuários, além da articulação com os serviços especializados quando há necessidade de atendimento específico.
A população também pode acessar práticas complementares por meio dos Centros de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (CPICS) Equilíbrio do Ser, localizado nos Bancários, e Canto da Harmonia, no bairro Valentina. Os espaços ofertam práticas que contribuem para a promoção da saúde e do bem-estar, integrando diferentes estratégias de cuidado.
Outra iniciativa é o Programa Saúde em Movimento, que incentiva a prática regular de atividades físicas em diversos pontos da Capital, como praças, academias da saúde e Unidades de Saúde da Família (USFs). Os interessados em participar podem procurar um dos locais onde as atividades são realizadas e realizar o cadastro junto às equipes.
Setembro Amarelo – No mês de setembro, o cuidado com a saúde mental ganha ainda mais visibilidade a partir da campanha Setembro Amarelo, que chama a atenção para a importância da prevenção ao suicídio, da valorização da vida e do cuidado contínuo.
Este ano, a Campanha tem como tema “Escutar é estar presente”, e busca lembrar que oferecer uma escuta acolhedora pode representar o primeiro passo para que alguém em sofrimento emocional encontre apoio e não enfrente o momento sozinho.
Além dos serviços da Rede Municipal de Saúde, quem precisar de apoio emocional pode entrar em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV) pelo telefone 188 ou acessar o site www.cvv.org.br , onde também estão disponíveis atendimento por chat, e-mail e outras informações sobre o trabalho da instituição.
A Agência de Empregos da Funsat (Fundação Social do Trabalho) começa a semana com 939 vagas disponíveis nesta segunda-feira (31). O painel de intermediação reúne oportunidades para 122 profissões, anunciadas por 120 empresas de Campo Grande.
Cerca de 70% das vagas são de perfil aberto, modalidade que não exige experiência prévia na função e prevê treinamento remunerado para os candidatos selecionados.
Entre as oportunidades estão alimentador de linha de produção (30 vagas), auxiliar de lavanderia (10), coletor de lixo (15), consultor jurídico (2), oficial de manutenção (5) e operador de caixa (52).
No quadro geral, há ainda vagas para outras funções em diferentes áreas de atuação.
O público PCD (Pessoa com Deficiência) conta com 52 vagas exclusivas. São 40 oportunidades para auxiliar de confecção, quatro para ajudante de carga e descarga de mercadorias, três para auxiliar administrativo, duas para auxiliar de limpeza, duas para estoquista e uma para empacotador à mão.
A consulta às vagas destinadas ao público PCD pode ser feita no guichê 1 da sede da Funsat, no piso térreo, das 7h às 13h. A Funsat atende em duas unidades: na sede, na Rua 14 de Julho, 992, Vila Glória, e no Polo Moreninhas, na Rua Anacá, 699, na Região Bandeira.
A Prefeitura de Guaratinguetá, por meio da Secretaria da Fazenda, realizou na noite desta quinta-feira (27) a 1ª Audiência Pública da Lei Orçamentária Anual (LOA 2027).
A participação da população nas Audiências Públicas é fundamental para o fortalecimento da gestão pública e da democracia. Esse espaço permite que os cidadãos apresentem suas necessidades, sugestões e prioridades, contribuindo diretamente para a definição das ações e investimentos que poderão ser contemplados no orçamento municipal.
Sua presença possibilita que o planejamento orçamentário esteja mais próximo da realidade do município e das demandas da comunidade, proporcionando maior transparência, controle social e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos.
E a participação continua! 💙 A próxima audiência pública da LOA já tem data marcada:
🗓️ 1º de setembro ⏰ Às 19h 🏫 Escola Prof. José Benedito Averaldo Galhardo 📌 Rua José Luiz de Carli, 30 – Pedregulho
As Audiências Públicas representam uma oportunidade para que cada cidadão acompanhe, contribua e exerça seu papel na construção das políticas públicas e na definição das prioridades para o desenvolvimento do Município!
O Brasil fechou mais um dia de disputas do Parapan-Pacífico com excelentes resultados.
Neste sábado (29), na cidade de Walnut (Estados Unidos), foram três ouros, duas pratas e dois bronzes, com direito a um recorde mundial da paulista Alessandra Oliveira, nos 100 metros peito, classes S4-9 e S11-14.
As provas do Parapan-Pacífico são disputadas no formato multiclasses, em que atletas de diferentes classes competem na mesma série. As classificações às finais e a definição das medalhas são feitas por meio do Índice Técnico da Competição (ITC).
Nos 50m peito S3 (limitação físico-motora), a mineira Patrícia Pereira conquistou a medalha de ouro. A fluminense Lídia Cruz ficou com o bronze.
Mais uma prata com Lídia Cruz
Lídia Cruz ainda garantiu a prata nos 50m costas, classes S2-S5, com o tempo de 49s61.
A norte-americana Katie Kubiak, com 40s18 e 1045 pontos ficou com o ouro, estabelecendo o novo recorde das Américas. Leanne Smith, também dos EUA, completou o pódio.
O Brasil participa do evento com uma equipe de 16 nadadores no Parapan-Pacifico até esse domingo (30).
Referência no cuidado integral à pessoa com deficiência, o Centro Especializado em Reabilitação de porte IV (CER IV) – Espaço Acolher, localizado no Parque das Três Ruas, no bairro dos Bancários, oferece atendimento especializado em reabilitação auditiva, física, intelectual e visual.
O serviço, ofertado pela Prefeitura de João Pessoa, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), integra a Rede Municipal de Saúde e atua na assistência especializada em reabilitação, reunindo diferentes áreas de cuidado e uma equipe multiprofissional, com foco na promoção da autonomia e na melhoria da qualidade de vida.
No Espaço Acolher, o cuidado vai além da terapia individual e alcança também a realidade das famílias que acompanham o processo de reabilitação. É o que vivencia Geísia Lima da Silva, mãe de quatro filhos, entre eles Miguel Elias, de 11 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) aos dois anos de idade. Para se dedicar aos cuidados do filho, ela precisou deixar o trabalho e passou a vivenciar de perto os desafios da rotina de uma mãe atípica.
Nesse percurso, a atenção humanizada e o acolhimento oferecidos pelos profissionais do CER IV se tornaram também uma importante rede de apoio para a família. Durante um dos atendimentos de Miguel, Geísia precisou de suporte psicológico de urgência e foi cuidada pela equipe. A partir da escuta dos profissionais, foi identificada a necessidade de acompanhamento em saúde mental, ampliando o olhar do serviço para além das necessidades específicas do paciente.
Para Geísia, essa atenção faz diferença não apenas no acompanhamento do filho, mas também na forma como ela consegue conviver com processo terapêutico. “Desde que coloquei os pés aqui não me senti mais sozinha, me sinto amparada, acolhida. Para meu filho ficar bem, eu preciso estar bem também”, resume.
A atuação integrada das diferentes áreas também está presente na história de usuários que chegam ao Centro em busca de recuperar funções comprometidas e conquistar mais independência no dia a dia. É o caso de Manoel Elias da Silva, que realiza acompanhamento no CER IV após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
A fisioterapeuta Patrícia Kelly Facciolo acompanha o processo de reabilitação do usuário há cerca de três anos e destaca a evolução alcançada com o trabalho conjunto das diferentes especialidades. “Manoel é acompanhado há cerca de três anos. Ele era atendido no CER II e veio para o CER IV junto com a equipe. Quando chegou, após as sequelas de um AVC, não andava, era totalmente dependente da família e tinha muita dificuldade para falar e engolir. Hoje, com o trabalho conjunto da fisioterapia e da fonoaudiologia, já consegue ficar em pé e andar com o auxílio de um andador, além de ter evoluído na deglutição e na comunicação”, relata.
Encaminhamento – O acesso ao Centro começa na Atenção Primária à Saúde, a partir da avaliação realizada na Unidade de Saúde da Família (USF). Quando identificada a necessidade de reabilitação especializada, o profissional realiza o encaminhamento por meio de formulário específico. A solicitação segue para a Regulação, que avalia a necessidade e a prioridade de cada usuário antes do direcionamento ao CER IV.
Segundo a diretora do CER IV, Deborah Montenegro, esse fluxo permite que o usuário chegue ao serviço de referência a partir de uma avaliação prévia e seja inserido em um cuidado planejado de acordo com suas necessidades.
“É um trabalho multiprofissional, em que uma área colabora com a outra para promover mais funcionalidade e autonomia. Quando o usuário chega ao CER IV, damos continuidade a esse cuidado de forma individualizada, considerando as necessidades de cada pessoa. Para aqueles que já possuem um diagnóstico, seguimos com o acompanhamento e as terapias indicadas. Já nos casos em que ainda não há um diagnóstico definido, o usuário passa pelas avaliações necessárias para que a equipe possa identificar as melhores estratégias de cuidado”, explica Deborah Montenegro.
Ampliando atendimentos – Desde a inauguração, em abril deste ano, o CER IV vem ampliando gradualmente o número de usuários atendidos e consolidando seus fluxos de assistência. Atualmente, cerca de 1.500 pessoas já são beneficiadas pelo serviço, que reúne atendimento nas áreas de reabilitação física, auditiva, visual e intelectual, além da assistência especializada às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
“Estamos estruturando o serviço de forma gradual, ampliando o número de usuários e consolidando os fluxos de atendimento. Atualmente, cerca de 1.500 usuários já são beneficiados pelo CER IV e a nossa expectativa é chegar a uma média de 6 mil atendimentos multiprofissionais por mês, além de mais de 2 mil atendimentos médicos. Com isso, queremos ampliar cada vez mais o acesso da população às quatro modalidades de reabilitação e ao atendimento especializado para pessoas com autismo”, afirma Deborah Montenegro.
Por trás de cada atendimento realizado no CER IV, existem histórias, desafios e conquistas que ultrapassam os limites da reabilitação. Para famílias como a de Miguel, o cuidado oferecido pelo serviço também significa ter suporte para enfrentar a rotina e seguir descobrindo novas possibilidades. Para usuários como Sr. Manoel, cada avanço diário representa a retomada de uma função, de mais autonomia e, principalmente, de maior qualidade de vida.
É nesse olhar para a pessoa em sua integralidade que a gestão municipal busca fortalecer uma assistência especializada que una eficiência, qualificação profissional e cuidado humanizado. Mais do que ofertar terapias e atendimentos, o compromisso da SMS é garantir que cada usuário seja acompanhado com respeito às suas particularidades, considerando também o impacto da deficiência na vida de toda a família.
“Diagnóstico não é destino. O intuito do Centro é mostrar ao usuário que é possível adaptar à realidade daquela deficiência e buscar uma qualidade de vida melhor. E isso não transforma apenas a vida do usuário, mas também a de toda a família. Hoje temos uma estrutura ampla, um serviço especializado e uma equipe multiprofissional que trabalha com cuidado contínuo, respeito e acolhimento”, destaca Deborah Montenegro.
Jacky Godmann e Gabriel Nascimento conquistaram a prata no C2 500m neste domingo (30). Essa medalha e o ouro de Isaquias Queiroz no C1 500m, no sábado (29), foram os pódios brasileiros no torneio.
Na final do C2 500m, a dupla verde e amarela fez uma prova forte e terminaram na segunda colocação, com o tempo de 1min39s81, apenas 58 centésimos atrás dos campeões, os atletas independentes Zakhar Petrov e Ivan Shtyl, que marcaram 1min39s23.
Foi o primeiro pódio mundial sênior da dupla e também a primeira medalha do Brasil em um Mundial de canoagem velocidade sem Isaquias Queiroz.
O Brasil levou mais seis medalhas na Paracanoagem, sendo quatro pratas e dois bronzes.
Com o resultado, a delegação terminou o Mundial com 1 ouro, 5 pratas e 2 bronzes: na sétima colocação geral do quadro de medalhas.
A primeira medalha do dia no Mundial de Paracanoagem veio com Fernando Rufino. O Cowboy foi vice-campeão mundial no KL2M200m.
Em uma final extremamente equilibrada, o brasileiro completou a prova em 42s79, apenas três centésimos atrás do australiano Curtis McGrath, que levou o ouro com 42s76.
Na sequência, o Brasil voltou ao pódio no KL3M200m, em uma dobradinha nacional. Gabriel Porto conquistou a medalha de prata, com 39s91. Logo atrás, Miqueias Rodrigues ficou com o bronze, com 40s68.
O ouro da prova foi para o georgiano Serhii Yemelianov, que marcou 39s82.
A Prefeitura de Bonito, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, realizou na manhã desta quarta-feira, 26 de agosto, a entrega de 2.600 mochilas aos alunos da Rede Municipal de Ensino. O investimento é de R$ 312 mil e contempla todos os estudantes matriculados na rede.
Para marcar a entrega, foram realizados dois atos simbólicos em unidades da rede municipal: na Escola Municipal Manoel Inácio de Farias e na Escola João Alves da Nóbrega.
O investimento representa mais uma iniciativa voltada à valorização dos estudantes e ao fortalecimento da educação municipal, garantindo que todos os alunos tenham acesso a uma mochila nova para transportar seus materiais escolares com mais praticidade e segurança.
Com a entrega das 2.600 mochilas, a Prefeitura de Bonito realiza um investimento que beneficia diretamente os alunos da rede municipal e suas famílias. Em caso de dúvidas, os pais ou responsáveis podem procurar a coordenação da escola onde o filho está matriculado para obter mais informações.