{"id":35199,"date":"2024-11-19T08:03:02","date_gmt":"2024-11-19T11:03:02","guid":{"rendered":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/2024\/11\/19\/florestas-plantadas-em-ms-contribuem-para-a-meta-de-carbono-neutro-agencia-de-noticias-do-governo-de-mato-grosso-do-sul\/"},"modified":"2024-11-19T08:03:02","modified_gmt":"2024-11-19T11:03:02","slug":"florestas-plantadas-em-ms-contribuem-para-a-meta-de-carbono-neutro-agencia-de-noticias-do-governo-de-mato-grosso-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/2024\/11\/19\/florestas-plantadas-em-ms-contribuem-para-a-meta-de-carbono-neutro-agencia-de-noticias-do-governo-de-mato-grosso-do-sul\/","title":{"rendered":"florestas plantadas em MS contribuem para a meta de carbono neutro \u2013 Ag\u00eancia de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Pesquisadora local conduziu estudo, financiado pela Fundect, que aponta para tal situa\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p>A engenheira agr\u00f4noma Larissa Pereira Ribeiro Teodoro participa de uma pesquisa in\u00e9dita financiada pela Fundect (Funda\u00e7\u00e3o de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ci\u00eancia e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) e que revela a contribui\u00e7\u00e3o que florestas plantadas de eucalipto podem dar para que Mato Grosso do Sul alcance a meta de ser carbono neutro at\u00e9 2030. O estudo\u00a0 tamb\u00e9m confirma que a diversidade microbiol\u00f3gica do solo n\u00e3o \u00e9 afetada pela cultura.<\/p>\n<p>Este resultado gerou um artigo, que projetou o Mato Grosso do Sul em uma das revistas cient\u00edficas mais importantes da Europa.<\/p>\n<p>&#8220;Ap\u00f3s dois anos de estudo, novamente se comprovou que a cultura de eucalipto emitiu menos CO2, quando comparado aos outros usos tamb\u00e9m avaliados e de forma similar \u00e0 mata nativa. Isto \u00e9 um resultado muito importante quando a gente pensa em termos de estrat\u00e9gias econ\u00f4micas, que aliam economia e sustentabilidade para o Estado&#8221;, avalia a pesquisadora da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), no campus Chapad\u00e3o do Sul.<\/p>\n<p>Outra informa\u00e7\u00e3o importante indicada pelo estudo que a doutora em Gen\u00e9tica e Melhoramento participa diz respeito \u00e0 diversidade microbiol\u00f3gica do solo.<\/p>\n<p>&#8220;Muitos defendem que culturas agr\u00edcolas podem afetar e diminuir a diversidade microbiol\u00f3gica do solo. O que seria algo extremamente mal\u00e9fico para o meio ambiente, at\u00e9 porque os microrganismos fazem parte de todo esse balan\u00e7o de carbono. Por\u00e9m, foi observado [na cultura de eucaliptos] que a diversidade \u00e9 muito similar a \u00e1reas que nunca sofreram antropiza\u00e7\u00e3o como a uma mata nativa. Ou seja, sem a\u00e7\u00e3o humana sobre a natureza&#8221;.<\/p>\n<p>A pesquisadora ainda enfatiza a import\u00e2ncia da preserva\u00e7\u00e3o de \u00e1reas nativas.<\/p>\n<p>&#8220;A vegeta\u00e7\u00e3o nativa \u00e9 de extrema relev\u00e2ncia para a biodiversidade e tamb\u00e9m para alcan\u00e7armos as metas de neutralidade de carbono. Nossos resultados visam contribuir para criar estrat\u00e9gias mais sustent\u00e1veis dentro do setor agropecu\u00e1rio e florestal, substituindo sistemas de produ\u00e7\u00e3o com maior emiss\u00e3o de carbono, como pastagens degradadas, ou aumentar as \u00e1reas em sistemas de integra\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria-floresta ou lavoura-pecu\u00e1ria-floresta. Todos caminhos promissores&#8221;.<\/p>\n<p><strong>O projeto<\/strong><\/p>\n<p>O projeto, financiado pela Fundect \u00e9 liderado pelos professores Paulo Teodoro, da UFMS, e Carlos Antonio Silva Junior, da Unemat\/Sinop (Universidade do Estado de Mato Grosso).<\/p>\n<p>Muito elogiado por especialistas, o estudo foi publicado no peri\u00f3dico <em>Journal of Cleaner Production<\/em>, que \u00e9 publicada pela editora holandesa Elsevier, especializada em conte\u00fado cient\u00edfico e sustent\u00e1vel, t\u00e9cnico e m\u00e9dico. O artigo cient\u00edfico na revista projetou Mato Grosso do Sul como sendo pioneiro em elabora\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de mitiga\u00e7\u00e3o de gases de efeito estufa.<\/p>\n<div id=\"gallery-1\" class=\"gallery galleryid-496114 gallery-columns-2 gallery-size-large\">\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure>\n<figure class=\"gallery-item\">\n<div class=\"gallery-icon landscape\"><\/div>\n<\/figure><\/div>\n<p>Recentemente, Larissa Ribeiro recebeu um pr\u00eamio Funda\u00e7\u00e3o Bunge, considerado um dos mais prestigiados reconhecimentos de m\u00e9rito cient\u00edfico do Brasil na \u00e1rea de agropecu\u00e1ria. Ela venceu na categoria Juventude. A premia\u00e7\u00e3o foi conquistada pelo trabalho da pesquisadora em diversos projetos, incluindo o intitulado &#8216;Predi\u00e7\u00e3o do fluxo de CO2 e desempenho fisiol\u00f3gico de soja utilizando aprendizagem de m\u00e1quina e sensor hiperespectral&#8217;, desenvolvido com o apoio da Fundect.<\/p>\n<p>Veja <span style=\"color: #0000ff;\">neste link o artigo (em ingl\u00eas) publicado na revista cient\u00edfica.<\/span><\/p>\n<p><em>Alexandre Gonzaga, Comunica\u00e7\u00e3o Governo de MS<br \/><\/em><em>Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o\u00a0<\/em><\/p>\n<p>&#8212;<br \/><strong>Relacionada:\u00a0<\/strong><\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"oBGTENxat1\">\n<p>\u00c1rea plantada de florestas em MS \u00e9 a que mais cresce no pa\u00eds e chega a 1,5 milh\u00e3o de hectares<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"\u201c\u00c1rea plantada de florestas em MS \u00e9 a que mais cresce no pa\u00eds e chega a 1,5 milh\u00e3o de hectares\u201d \u2014 Ag\u00eancia de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul\" src=\"https:\/\/agenciadenoticias.ms.gov.br\/area-plantada-de-florestas-em-ms-e-a-que-mais-cresce-no-pais-e-chega-a-15-milhao-de-hectares\/embed\/#?secret=In4tHJB3GO#?secret=oBGTENxat1\" data-secret=\"oBGTENxat1\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisadora local conduziu estudo, financiado pela Fundect, que aponta para tal situa\u00e7\u00e3o A engenheira agr\u00f4noma Larissa Pereira Ribeiro Teodoro participa<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-35199","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ejornais"],"aioseo_notices":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35199","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35199"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35199\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35199"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35199"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35199"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}