{"id":50554,"date":"2025-08-15T15:51:49","date_gmt":"2025-08-15T18:51:49","guid":{"rendered":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/2025\/08\/15\/ms-registra-menor-indice-de-desemprego-desde-2012-com-29-de-desocupacao-no-segundo-trimestre\/"},"modified":"2025-08-15T15:51:49","modified_gmt":"2025-08-15T18:51:49","slug":"ms-registra-menor-indice-de-desemprego-desde-2012-com-29-de-desocupacao-no-segundo-trimestre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/2025\/08\/15\/ms-registra-menor-indice-de-desemprego-desde-2012-com-29-de-desocupacao-no-segundo-trimestre\/","title":{"rendered":"MS registra menor \u00edndice de desemprego desde 2012, com 2,9% de desocupa\u00e7\u00e3o no segundo trimestre"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o em Mato Grosso do Sul caiu para 2,9% no 2\u00ba trimestre de 2025, de acordo com a PNAD Cont\u00ednua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua Trimestral) do IBGE. \u00c9 o menor patamar j\u00e1 registrado para o per\u00edodo desde o in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica, em 2012.<\/p>\n<p>O resultado representa queda de 1,1 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior (4%) e de 0,9 ponto na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2024 (3,8%), conforme aponta o <span style=\"color: #0000ff\">Boletim do Observat\u00f3rio do Trabalho sobre a PNAD Trimestral<\/span><strong>,<\/strong>\u00a0elaborado pela Semadesc e Funtrab.<\/p>\n<p>O desempenho coloca Mato Grosso do Sul na quarta posi\u00e7\u00e3o entre os estados com menor taxa de desemprego no pa\u00eds, atr\u00e1s apenas de Santa Catarina (2,2%), Rond\u00f4nia (2,3%) e Mato Grosso (2,8%). A diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia nacional (5%) \u00e9 de 2,1 pontos percentuais. Em Campo Grande, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o foi de 4,3%, oitava menor entre as capitais brasileiras.<\/p>\n<p>Para o secret\u00e1rio Jaime Verruck, da Semadesc, os n\u00fameros refor\u00e7am a solidez do mercado de trabalho estadual.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 importante destacar, em primeiro lugar, que devemos comemorar a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o de 2,9% registrada no segundo trimestre. No trimestre anterior, est\u00e1vamos em torno de 4%, e no mesmo per\u00edodo do ano passado, 3,8%. Portanto, 2,9% representa praticamente um recorde hist\u00f3rico de desemprego extremamente baixo em Mato Grosso do Sul. Esse resultado \u00e9 muito positivo e mostra que os investimentos privados realizados no Estado t\u00eam contribu\u00eddo efetivamente para ampliar o emprego&#8221;, afirma Verruck.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio ressalta ainda que a queda do desemprego \u00e9 reflexo tamb\u00e9m de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 empregabilidade. &#8220;J\u00e1 come\u00e7amos a ver os resultados do grande programa de qualifica\u00e7\u00e3o profissional e de aloca\u00e7\u00e3o de trabalhadores, o MS Qualifica, que tem justamente o objetivo de preparar a m\u00e3o de obra, conectar oferta e demanda de vagas e ampliar a empregabilidade&#8221;, disse Verruck.<\/p>\n<p><strong>Informalidade tamb\u00e9m em queda<\/strong><\/p>\n<p>Outro indicador de destaque \u00e9 a taxa de informalidade, que mede o percentual de pessoas ocupadas sem carteira assinada ou que trabalham por conta pr\u00f3pria sem CNPJ. No Estado, o \u00edndice ficou em 32%, \u00e9 o 3\u00ba menor j\u00e1 registrado na s\u00e9rie hist\u00f3rica para um segundo trimestre. A taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho foi de 9,8%, atingindo 281 mil pessoas, enquanto o percentual de desalentados recuou para 0,8%.<\/p>\n<p>Para Verruck, a redu\u00e7\u00e3o da informalidade \u00e9 t\u00e3o relevante quanto a queda do desemprego. &#8220;N\u00e3o apenas reduzimos o n\u00famero de desempregados, mas tamb\u00e9m conseguimos transferir trabalhadores que estavam na informalidade para o mercado formal. Isso \u00e9 fundamental, pois reduz a press\u00e3o sobre programas sociais, como o Bolsa Fam\u00edlia e outros, tanto do governo federal quanto do estadual&#8221;, pontuou.<\/p>\n<p>O rendimento m\u00e9dio real habitual do trabalho principal foi de R$ 3.466, alta de 2,09% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2024 (R$ 3.395), embora tenha registrado queda em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior (R$ 3.891).<\/p>\n<p>No recorte por setor, a maior parte dos trabalhadores sul-mato-grossenses est\u00e1 empregada na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, defesa, seguridade social, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais (20,9%), seguida pelo com\u00e9rcio e repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos (19,3%) e pela agropecu\u00e1ria, produ\u00e7\u00e3o florestal, pesca e aquicultura (10,7%). O mercado formal concentra 67,9% dos ocupados.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio lembra que a boa performance do mercado de trabalho tamb\u00e9m foi favorecida pela recupera\u00e7\u00e3o da safra agr\u00edcola e pela retomada da atividade industrial.<\/p>\n<p>&#8220;Tivemos as safras da soja e do milho, a retomada da colheita florestal e empresas operando em plena capacidade. Mesmo o &#8216;tarifa\u00e7o&#8217; dos EUA, que certamente ter\u00e1 efeitos no futuro, n\u00e3o provocou impactos significativos no curto prazo sobre o emprego no Estado. Esses fatores, aliados \u00e0 qualifica\u00e7\u00e3o profissional e ao est\u00edmulo ao setor privado, mostram que Mato Grosso do Sul est\u00e1 no caminho certo. Investindo em qualifica\u00e7\u00e3o, reduzindo a informalidade e gerando empregos adequados e de qualidade. Nosso prop\u00f3sito \u00e9 vincular prosperidade \u00e0 inclus\u00e3o social, e a melhor forma de inclus\u00e3o \u00e9 o emprego formal&#8221;, finalizou.<\/p>\n<p><em>Marcelo Arm\u00f4a, Comunica\u00e7\u00e3o Semadesc<br \/>Foto: \u00c1lvaro Rezende\/Secom\/Arquivo<\/em><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o em Mato Grosso do Sul caiu para 2,9% no 2\u00ba trimestre de 2025, de acordo com<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-50554","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ejornais"],"aioseo_notices":[],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50554","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=50554"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50554\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=50554"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=50554"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ejornais.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=50554"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}